Pneus Michelin
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Modelos de pneus Michelin
Curiosidades e Recomendações


Curiosidades e recomendações

Curiosidades

"Para cada cliente, a Michelin pensa de um jeito. Nem podia ser diferente, pois cada trabalho tem a sua necessidade e todos precisam sempre do melhor desempenho e resistência em todos os eixos, dimensões, pisos e solicitações. Por isso tanta tecnologia e variedade à sua escolha. Se os caminhos desse nosso Brasil são tão diferentes, nenhum pneu pode ser igual a outro. Até porque, para a Michelin, você também não é igual a ninguém."

Dicas

Antes de qualquer coisa, é importante escolher o pneu correto para cada tipo de utilização. Observe a rodagem predominante do veículo e veja que tipo de pneu você precisa: Rodoviário, Urbano, Misto ou Fora de Estrada.
Outro fator essencial é a escolha correta da dimensão do pneu, tipo de aro ou roda, tipo de válvula e, no caso de pneu com câmara, a dimensão da câmara e do protetor, bem como se estes são compatíveis entre si. No caso de alterações de dimensões dos pneus, recomenda-se consultar previamente o fabricante do veículo e o fabricante dos pneus.
E lembre-se, verifique sempre se a capacidade de carga e velocidade dos pneus são compatíveis com o volume de carga regularmente transportado e a velocidade empregada. Jamais exceda a capacidade de carga ou a velocidade máxima suportada pelos pneus.
O Grupo Michelin, presente em mais de 170 países, fabrica e vende pneus para todo tipo de veículo, incluindo aviões, automóveis, caminhões e ônibus, motocicletas, bicicletas, tratores, caminhões de terraplenagem, equipamentos que utilizam rodas e os ônibus espaciais da NASA. Na área Pneus do site Michelin você encontra todas as linhas de produto comercializadas pela Michelin na América do Sul.

A marca Michelin

Nº 1 mundial em pneus
Nº 1 em inovação
Há mais de 100 anos, 4500 pessoas dedicadas à pesquisa com o maior orçamento para Pesquisa & Desenvolvimento do setor de pneus.
Nº 1 nas montadoras européias
200 homologações por não. 1 de cada 3 veículos de alta performance é equipado com pneus Michelin.
Nº 1 em competição em todos os terrenos

A marca que ganha nas disciplinas mundiais - Moto GP, Endurance.
" 5 títulos de Campeão do Mundo de Pilotos na Fórmula 1*;
" 4 títulos de Campeão do Mundo de Construtores na Fórmula1*;
" 18 títulos de Campeão do Mundo de Pilotos em Rally**;
" 20 títulos de Campeão do Mundo de Construtores em Rally**;
" 15 títulos consecutivos de Campeão do Mundo em MotoGP*;
" 9 vitórias consecutivas nas 24H de Le Mans*.
*Dados do final de 2006
**Dados do final de 2005

Informações técnicas

Nomenclatura dos Flancos


Estrutura


Os pneus radiais representam um avanço tecnológico em relação aos pneus convencionais, tanto pelo material empregado na sua concepção quanto pela forma como são colocadas as lonas e pelo tipo de rendimento que proporcionam.

Relações entre Carga, Pressão e Velocidade

Porque a pressão é tão importante?
A pressão de inflagem é responsável por garantir o funcionamento correto do pneu. Portanto, para suportar a carga, a velocidade e todos os esforços durante a rodagem, é preciso que a pressão esteja adequada. Ela deve ser regulada em função de três características: dimensão do pneu, carga por eixo e velocidade normal do veículo.

Recomendações

"Inflar os pneus com a pressão recomendada pelo fabricante do pneu;
"Revisar periodicamente a pressão na condição a frio antes de iniciar a rodagem (aproximadamente 2 horas);
"Utilizar válvulas com suas respectivas tampas;
"Usar extensão de válvulas para facilitar o controle da pressão de seus pneus internos;
"Para determinar a pressão adequada para seu pneu, consulte o responsável de conta;
"Para rodar com segurança e economia é importante calibrar os pneus em função do peso da carga transportada.

Desgastes e Danos


Ao longo de sua vida útil, o pneu pode sofrer danos por má utilização, por acidentes ou ainda simplesmente pelo uso acentuado podendo provocar a retirada prematura do pneu.
Visualize os tipos mais comuns de desgaste e suas causas, aprendendo, assim, a identificá-los.

Em banda de rodagem

Desgaste crescente de um bordo a outro - Cambagem
Causas

"Cambagem positiva ou negativa em excesso;
"Flexão exagerada do eixo devido à sobrecarga.

Conselhos

"Girar o pneu na roda;
"Fazer rodízio;
"Corrigir anomalias mecânicas;
"Evitar sobrecarga;
"Verificar pressões;
"Verificar a cambagem.

"Desgaste em forma de dentes de serra

Causa

"Manifesta-se, sobretudo, em esculturas com elementos separados (tacos). Cada "taco" da escultura apresenta uma aresta viva e outra mais desgastada. Tende a regredir à medida em que o pneu se desgasta (estabilização). È característico em escultura trativa.

Conselhos

"Girar pneu na roda;
"Verificar pressões.

Desgaste nos bordos - Sub-inflado

Causa

Rodagem em percursos sinuosos, podendo provocar desgaste arredondado.

Conselhos

"Observar as pressões de inflação;
"Evitar sobrecarga;
"Verificar as condições de utilização.



Desgaste central - Sobre-inflado

Causas

"Alta pressão;
"Sobrecarga.

Conselhos

"Observar e corrigir as pressões de inflação;
"Evitar sobrecarga;
"Observar condições de utilização.

Desgastes bizarros

Causas

"Desregulagens ou folgas nos componentes de suspensão e/ou direção;
"Excentricidade lateral dos conjuntos rodantes;
"Montagens incorretas;
"Casamento incorreto de geminados;
"Anomalias no funcionamento do sistema de frenagem;
"Balanço importante devido ao tipo de carga e altura do centro de gravidade;
"Pressões muito baixas ou desequilíbrio de pressão entre os pneus geminados;
"Amortecedores e/ou molas em fadiga etc.

Conselhos

"Verificar estado dos componentes de suspensão, de direção, de frenagem e verificar a montagem e o balanceamento;
"Adaptar a pressão à carga;
"Efetuar rodízios preventivos a tempo de evitar o agravamento dos desgastes (após um determinado nível, isto não será mais possível).



Desgaste em "trilhos"

Causa
Utilização de escultura inadequada às condições de utilização.

Conselhos
"Fazer rodízio dos pneus, se necessário;
"Verificar se o tipo de escultura está adaptado às condições de utilização.
OBS: Este desgaste raramente traz prejuízos às quilometragens do pneu.

Desgaste máxi - mini - Descentragem

Causas

"Excentricidade do pneu sobre o aro;
"Excentricidade do aro ou da roda sobre o cubo;
"Montagem errada do pneu sobre o aro ou a roda.

Conselhos

"Verificar se o conjunto gira facilmente, sem descentragem lateral, desbalanceamento estático ou bloqueios;
"Verificar a centragem do pneu sobre a roda ou aro.



Desgaste localizado - Problema nos freios

Causas
"Anomalias no sistema de freios (ex.: tambor de freio ovalizado);
"Bloqueio da roda por frenagem violenta ou defeito no sistema.

Conselhos
"Verificar e eventualmente corrigir os dispositivos de frenagem;
"Evitar frenagens bruscas.



Desgaste mais rápido nos pneus internos - Geminados

Causas
"Condições de rodagem onde a repartição de carga varia entre os 4 pneus de um mesmo eixo: pistas arredondadas;
"Diferença de pressão entre os geminados.

Conselhos
"Os geminados devem ser montados com pneus da mesma marca dimensão e escultura;
"Verificar as pressões;
"No caso da ocorrência de um desgaste ligeiramente diferente, montar o pneu mais desgastado no interior do conjunto.


Desgaste nos ombros em forma de degrau

Causa
Pode dar-se somente de um lado ou em ambos. Aparece, em geral, nos pneus dos eixos não motrizes, mais notadamente nos eixos dianteiros.

Conselhos
"Manter as pressões corretas;
"Fazer o rodízio preventivo dos pneus evitando o agravamento do desgaste.



Agressões circulares

Causas
"Contato da Banda de rodagem com parte fixa do veículo ou com a carga;
"Patinagens em solos agressivos (pedras, pedaços de madeira etc.).

Conselhos
"Verificar os espaços livres mínimos, em carga e em movimento, nos casos de grande incidência deste tipo de deterioração;
"Verificar se a escultura utilizada é a recomendada para esta condição;
"Evitar patinagens, principalmente em solos agressivos.



Agressões múltiplas

Causas
"Numerosos cortes atingindo a banda de rodagem podendo danificar a lona de proteção ou as lonas de trabalho, devido à oxidação provocada por infiltração de umidade;
"Rodagem sobre solos pedregosos, estradas em más conservações, estradas de chão, canteiros de obras, minas etc.

Conselhos
"Adaptar as pressões às condições de rodagem, evitando sobre-inflar;
"Montar o pneu mais adaptado às condições de utilização;
"Retirar o pneu para recauchutar antes que os cortes e a oxidação comprometam a vida futura do mesmo.

Separação térmica das lonas de trabalho

Causas



"Rodagens com pressões insuficientes, principalmente em pneus internos de conjuntos geminados de ônibus rodoviários;
"Rodagem em altas velocidades sobre longos percursos;
"Pneus não adequados ás condições de rodagem.

Conselhos
Controlar as pressões de acordo com as cargas e velocidades usuais;
"Redobrar atenção nos pneus internos dos conjuntos geminados;
"Nunca corrigir as pressões dos pneus quando estes estiverem quentes.



Separação mecânica das lonas de trabalho

Causas
"Pneu muito solicitado por fortes arraste lateral;
"Condução em condições próximas ao limite de aderência, em trechos sinuosos;
"Grande diferença de pressão entre geminados.

Conselhos
"Utilizar a dimensão e o tipo de pneu adequado às condições de rodagem;
"Controlar as pressões de acordo com as cargas e velocidades usuais;
"Redobrar atenção nos pneus internos dos conjuntos geminados;
"Nunca corrigir as pressões dos pneus quando estes estiverem quentes.



Contaminação da borracha

Causas
"Contaminação por hidrocarbonetos (derivados de petróleo), solventes ou certos ácidos ocasiona deformação total ou parcial do pneu devido à alterações em suas propriedades físico-químicas.

Conselhos
"Evitar o contato e armazenagem dos pneus com combustíveis, lubrificantes, óleo queimado, graxas etc.;
"Na montagem dos pneus, utilizar somente o lubrificante vegetal recomendado pelo fabricante de pneus;
"Observar, nos veículos, se não há vazamentos de combustível sobre os pneus, inclusive o(s) estepe(s).



Rodagem com baixa pressão ou vazio

Causas
"Sinais de atrito no revestimento interno do pneu;
"Rugas ou estrias no revestimento interno, na altura dos ombros;
"Rachaduras internas no sentido radial;
"Quebras generalizadas nos flancos.

Conselhos
"Evitar ar aprisionado entre a câmara de ar e o pneu;
"Evitar movimentos entre a câmara e o protetor, que poderiam ocasionar rupturas.



Em Flancos:

Deteriorização por objeto entre os pneus geminados

Causa
Pedra ou qualquer objeto que se aloje entre os pneus de um conjunto geminado.

Conselhos
"Verificar, constantemente, os pneus geminados quanto à existência de objetos entre os mesmos;
"Se o processo de retirada do objeto incluir a desmontagem do pneu externo, desinflar o interno, sob risco de projeção do objeto.



Contato entre pneus geminados

Causas
"Falta de flexão livre entre pneus interno e externo;
"Ruptura dos cabos da carcaça.

Conselhos
"Observar o espaçamento mínimo necessário entre os pneus geminados;
"Verificar se as bitolas das rodas a serem geminadas têm a mesma medida;
"Evitar sobrecarga;
"Controlar as pressões.



Ruptura da carcaça no flanco

Causas
"Rodagem com baixa pressão;
"Oxidação da carcaça;
"Prega provocada por forte deformação da carcaça no flanco;
"Corte acidental.

Conselhos
"Utilizar o pneu mais adequado para a carga e velocidade exigidas;
"Inflar na pressão correta;
"Repartir a carga uniformemente;
"Nos geminados, cuidar para estabelecer os pares corretamente;
"Reparar os danos que possam vir a condenar a carcaça.





Rachadura da borracha nos flancos

Causas
"Uso em regiões de forte concentração natural de ozônio;
"(Permanência, mesmo que por algumas horas), próximo a fontes produtoras de ozônio (motores elétricos, lâmpadas de vapor de mercúrio, soldas elétricas etc.).

Conselhos
"Armazenar os pneus em local fresco, com temperaturas pouco oscilantes, sem ventilação e sem umidade;
"Pintar os vidros do local de armazenagem, para evitar a passagem plena da luz (dar preferência à cor laranja);
"Pintar as paredes com cal, agente inibidor do ozônio;
"Evitar o armazenamento em pilhas que ultrapassam a 2m de altura, o que provoca uma deformação exagerada dos pneus situados por baixo dela, posicionando os pneus mais antigos no topo;
"Evitar a armazenagem de pneus ao ar livre.



Corte no flanco - Atingindo somente a borracha

Causa
Pode não ter conseqüências imediatas, mas é possível que se agrave até a ruptura da carcaça.

Conselhos
"Reparar todos os cortes importantes para evitar que se agravem;
"Uma ferida que exige apenas uma reparação superficial poderá exigir um manchão (conserto) interno, caso progrida.



Raspagem e desgaste circular

Causa
"Raspagem contra guias ou meios-fios (próprias das rodagens urbanas).

Conselho
"Observar regularmente os flancos no intuito de evitar o agravamento do dano (cortes na borracha, por exemplo), fazendo rodízio ou girando os mesmos sobre a roda ou aro.



Em Talões:

Por aquecimento

Causas
"Calor gerado por tambores de freios;
"Má regulagem do sistema de freios;
"Exposição dos talões a um nível elevado de temperatura.

Conselhos
"Utilização de freio motor onde for requerido;
"Manter a regulagem do sistema de freios conforme a orientação do fabricante;
"Evitar o uso prolongado dos freios.





Por montagem e desmontagem dos pneus

Causas
"Uso incorreto de ferramentas de montagem;
"Falta de cuidado durante a montagem ou desmontagem;
"Falta de lubrificação do aro, pneu e roda;
"Estado de conservação dos anéis ou roda;
"Falta de limpeza do conjunto roda e/ou anel.

Conselhos
"Seguir os métodos de montagem e desmontagem aconselhados pelo fabricante, bem como os conselhos relativos à segurança;
"Utilizar máquinas e ferramentas adequadas e em bom funcionamento;
"Antes da montagem do pneu, limpar a superfície da roda, principalmente nas áreas de contato com os talões;
"Efetuar a montagem em local limpo;
"Na operação de inflagem, observar o correto posicionamento dos talões antes e depois, através do cordão de centragem;
"Utilizar lubrificante recomendado pelo fabricante;
"Verificar o estado dos anéis e rodas, descartando os danificados.





Por aros ou anéis danificados

Causa
Anéis desgastados, trincados ou mal adaptados à roda ou aro.

Conselhos
"Seguir os métodos de montagem e desmontagem sugeridos pelo fabricante;
"Utilizar máquinas e ferramentas adequadas e em bom funcionamento;
"Antes da montagem do pneu, limpar a superfície da roda, principalmente nas áreas de contato com os talões.







Inferios da Carcaça:

Rupturas por choque

Causas
"Impacto violento contra um obstáculo, gerando deformação que pode ocasionar ruptura.

Conselhos
"Reduzir a velocidade ao abordar obstáculos;
"Não sobre-inflar os pneus;
"Logo após o impacto observar o pneu, consertando-o imediatamente, quando possível.

Infiltrações de ar - Bolsas de ar

Causa
"Perfurações que ultrapassam a lona da carcaça;
"Infiltrações de ar por defeitos nas reparações;
"Rachadura interna, na carcaça ou no revestimento;
"Quebra do talão durante a montagem;
"Ausência de reparações em danos anteriores.

Conselho
"Verificar a presença de objetos no pneu;
"Montagem cuidadosa para evitar danos nos talões;
"Verificar o estado das rodas evitando feridas nos talões.

Custo quilométrico:

A princípio, um pneu de preço mais baixo pode parecer mais econômico. Entretanto, o proprietário do pneu deve ter em mente que o importante é quanto ele gasta por cada quilômetro rodado, ou seja, qual é o seu custo quilométrico.
É muito importante lembrar que o custo por quilômetro deve ser feito com base na quilometragem total da carcaça, e NÃO com a quilometragem da primeira vida apenas.
Para auxiliá-lo a determinar este valor, você encontrará abaixo a fórmula utilizada para tanto:

Custo por m rodado= Cp + N x (Cr) + N 1 x (CR 1)
                  Km total


Cp   Custo de aquisição do pneu
N   Número de recapagens
Cr   Custo de recapagem
N1   Número de reparações
Cr1   Custo de reparações
Km Total   Quilometragem total rodada



Radial x Diagonal

Pneu diagonal
O pneu é chamado diagonal ou convencional quando a carcaça é composta de lonas sobrepostas e cruzadas umas em relação às outras. Os cordonéis que compõem essas lonas são fibras têxteis. Neste tipo de construção, os flancos são solidários à banda de rodagem. Quando o pneu roda, cada flexão dos flancos é transmitida à banda de rodagem, conformando-a ao solo.



Características
"Desgaste mais rápido - Menor quilometragem;
"Consumo de combustível mais elevado;
"Aquecimento muito grande - Lixamento com o solo, fricção entre lonas e a má condução de calor do material têxtil;
"Aderência não muito boa - Menor área de contato pneu/solo, deformações da Banda de Rodagem;
"Estabilidade prejudicada - Perda da trajetória causada pelas deformações da Banda de Rodagem;
"Maior possibilidade de cortes/furos - Carcaça rígida e material têxtil.



Pneu radial Michelin

No pneu radial, os cabos da carcaça estão dispostos em arcos perpendiculares ao plano de rodagem e orientados em direção ao centro do pneu. A estabilização do piso é obtida através de 3 ou 4 lonas de aço sobrepostas. Por ser uma carcaça única, não existe fricção entre lonas - apenas flexão - o que evita a elevação da temperatura interna do pneu.



Características
"Desgaste mais lento - Aumento na quilometragem;
"Diminuição no consumo de combustível;
"Redução do aquecimento - Não existe fricção entre lonas da carcaça, diminui o lixamento com o solo e o aço é um excelente condutor de calor;
"Maior aderência - A área de contato pneu/solo é maior e constante;
"Estabilidade favorecida - Com a redução das deformações da Banda de Rodagem, o pneu segue uma trajetória definida;
"Menor possibilidade de cortes/furos - Carcaça mais flexível e com uma "alma do aço".



RECAPAGEM E RESSULCAGEM







Recapagem
"Observe se os pneus estão com sua carcaça e lonas do piso em bom estado.
"É primordial que os pneus sejam retirados para recauchutagem com uma profundidade de sulco proporcional à agressividade do terreno no qual o mesmo é utilizado, evitando assim a retirada tardia (prejudicando a carcaça) ou precoce (perdendo em quilometragem).

Ressulcagem
"Examinar criteriosamente a banda de rodagem, para verificação de sua integridade;
"Quando a banda de rodagem apresentar cortes múltiplos, perfurações, partes arrancadas, a ressulcagem não poderá ser feita.
"Proceder com a ressulcagem antes que as esculturas desapareçam do pneu (devido ao desgaste), assim podemos reproduzir mais facilmente o desenho original e conservar uma espessura de borracha suficiente entre o fundo do sulco da escultura e as lonas do piso;
"Para pneus com desgastes irregulares: consultar responsável de conta.



AUMENTO A DURABILIDADES DOS PNEUS

Existem medidas simples que você pode tomar para que seus pneus durem mais.

Balanceamento
O balanceamento dos pneus permite evitar o desgaste anormal, irregular e prematuro da banda de rodagem, além de eliminar as vibrações, evitando a geração de problemas mecânicos e proporcionando ao motorista um maior conforto na condução.

Alinhamento
Com o objetivo de evitar os problemas mais freqüentes de desgaste anormal, devido a problemas de convergência e divergência, é necessário efetuar o alinhamento de acordo com as especificações do manual do veículo.

Rodízios
Os rodízios dos pneus (permutação de posições entre os pneus) permitem que os desgastes uniformizem-se e até corrijam-se quando realizados no momento correto, isto é, quando os eventuais desgastes anormais e irregulares estão no início.
Não há uma regra específica para a realização dos rodízios, pois isso depende do tipo de uso.
Ao realizar os rodízios dos pneus, os sentidos de rodagem podem ser invertidos sem qualquer problema (exceto no caso de pneus com sentido de rodagem (ex: XDE2 e XDY)).